terça-feira, 4 de setembro de 2012




MAIS PALAVRAS GRANDES

Você sabia que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?

Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase
 'Fornication Under Consent of the king'
(fornicação sob consentimento do rei)
sigla F.U.C.K.., daí a origem da palavra chula FUCK.

Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:
'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo'
sigla F.O.D.A., daí a origem da palavra FODA.

Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:
'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida'
sigla P.U.N.H.E.T.A.

Vivendo e aprendendo...

A gente pode até dizer palavrão, mas com conhecimento e cultura é outra coisa!

Não sei se é verdadeiro, mas que é divertido, é!
Obrigado, Jane
.


STEVE JOBS E O SEU FILHO, O MAC

segunda-feira, 3 de setembro de 2012




BLOGUE DO ZECA








O que a existência do mensalão nos ensinou? Que se pode comprar a oposição e assim governar sem cerceamentos políticos. Para comprá-la pode-se usar o dinheiro nosso, distribuído em fundações, estatais, ONGS.

 Com o fim das ideologias, a miríade de partidos nacionais virou uma grande geleia geral.

Isso é democracia? Em minha opinião, infelizmente, não é.

Podemos chamar de oligarquia, tirania, podemos chamar de cleptocracia, de qualquer coisa, de democracia, não. O governo não é mais do povo, é de um grupo de privilegiados.

Essa foi a herança do mensalão. O mensalão continua vivo e muito vivo, na esfera federal, estadual e municipal.

         Infelizmente, depois de uma árdua luta para extirpar a ditadura militar, perdemos de novo a liberdade,


BLOGUE DO ZECA

RUSSA


não tenho
tempo a perder


    Quando perguntaram a Federico Fellini o que significava seu filme E La Nave Va, o gênio respondeu: “É uma fábula sobre a hiper informação”. Era o ano de 1983. De lá para cá, o tempo demonstrou como o cineasta era o senhor da razão.

Neste período houve duas revoluções tecnológicas: o aparecimento de redes sociais e a invenção do smartfone.

Com as redes sociais, as pessoas começaram a colocar suas ideias e sentimentos on line, a rede servindo como grande desabafo, catarse, terapia coletiva sem terapeuta, tudo sob a bênção de Mark Zuckerberg.

 

O smartfone trouxe a internet (e as redes sociais) para o bolso (ou a bolsa) dos internautas. O que era acessado algumas vezes ao dia, tornou-se uma consulta permanente, uma obsessão.

 

O que as redes sociais em geral e o face book em particular trazem de ampliação ao conhecimento e à qualidade de vida? Com algumas exceções, nada.

 

Entretanto, a vida on line, a hiper informação que antecipou Felinni, cobrou seu preço no dia a dia das pessoas.

 

Com tantos meios de informação, mais o aumento da carga de trabalho, elas ficaram tão ocupadas que não tem mais tempo para meditar, para filosofar sobre sua própria vida e a da existência da sociedade em que estão inseridas. Essas atividades ficaram impossibilitadas porque para sua realização, as pessoas precisam ter tranquilidade interior e o silêncio de uma mente quieta, o que não existe mais.

 

A falta de tempo para pensar, ou mesmo sua impossibilidade, trouxe, como era de se esperar, um grande vazio existencial.

 

Vazio que está sendo preenchido alegremente pela febre consumista. A indústria, comércio e serviços que servem à sociedade de consumo agradecem.